A história de uma vigilante travesti


A história da transexual já foi acompanhante e hoje é vigilante

 

Confira abaixo a história de Milena, uma transexual que fez o curso de vigilante, obteve menção honrosa, mas sofreu preconceito para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Milena, que chegou a fazer programa como travesti no passado, hoje quer apenas poder trabalhar com segurança.

 

Fonte: Jornal Extra

No curso de vigilante, Milena recebeu menção honrosa. Foi nota 10 em prevenção e combate a incêndio e conquistou média 8,51, com aprovação sem ressalvas em armamento em tiro e primeiros socorros. Quando se candidata a uma vaga de trabalho, Milena precisa se identificar como André, com a observação de que é travesti. Nunca foi chamada para uma entrevista sequer.

Ela mora com Alessandro Mario Sant’Anna, de 23 anos, em Barra Mansa, na casa que ela construiu com o dinheiro conquistado na rua. A prostituição em São Paulo, onde viveu dos 14 aos 23 anos, também pagou os 600 mililitros de silicone dos seios, o Metacril (substância sintética usada para preenchimento estético) nas nádegas e coxas e a plástica no rosto.

Já me prostituí quando foi preciso e estou me esforçando para ter uma vida diferente. Travesti não pode ficar restrito à rua ou ao salão de beleza.

Saiba mais: http://www.travesticomlocal.com.br/sao-paulo-sp/

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